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A FRATERNIDADE IMACULADA CONCEIÇÃO foi fundada em 29 de novembro de 2014.. Desde o final de 2009, reúne-se aos terceiros domingos, às 8:30h, na Paróquia Imaculada Conceição e São Sebastião, no Engenho de Dentro, à Rua Catulo Cearense, nº 26, Rio de Janeiro. Atualmente, somos 8 irmãos professos, 1 formanda, 2 simpatizantes, 2 amigos/visitantes. Temos como assistente espiritual Frei Aender, OFMCap. A Fraternidade Imaculada Conceição (em formação) promove, no primeiro domingo de cada mês, a venda do “Bolo de São Francisco”, cuja renda tornou-se uma pequena contribuição para as obras da Capela de Nossa Senhora da Paz, que está sendo construída na Comunidade Camarista Méier. Os membros da fraternidade participam da equipe de Liturgia na missa que é celebrada no local da construção da capela e de dos diversos serviços pastorais de suas paróquias.

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Peregrinação Roma / Assis

Peregrinação Roma / Assis
Peregrinação Roma / Assis - 2015 Informações www.qualitaturismo.com.br/italia-20- 29/07

Calendário - Maio - 2015

3/5 - Venda do Bolo de São Francisco
9/5 -Coroa Franciscana das Sete Alegrias de Nossa Senhora- 16 h
17/5 - Reunião geral - 8:30h.
31/5 - Coroação de Nossa Senhora- 8:30h.

domingo, 30 de junho de 2013

IV Encontro de Formação - 29/06/2013

Neste ano, o tema do IV Encontro de Formação foi “Dai-me uma fé íntegra, uma esperança firme e uma caridade perfeita” (São Francisco de Assis) – Vivendo a fé como São Francisco de Assis, e propôs reflexão sobre o Ano da Fé (2013-2013).



O encontro iniciou com a saudação e agradecimento de Conceição Messias (Formadora da Fraternidade Imaculada Conceição – em formação), seguida de oração feita pelo Frei Aender OFMCap (Assistente Espiritual) e momento de louvor, conduzido por Marcos Cortinovis (Coordenador da Fraternidade Imaculada Conceição - em formação), por Henrique Cortinovis e Denise Meyer (Ambos do Ministério de Música da Paróquia Imaculada Conceição e São Sebastião). Contou com a presença do Ministério do Acolhimento (Paróquia Imaculada Conceição e São Sebastião) que, juntamente com os membros da Fraternidade Imaculada Conceição (em formação), realiza esse encontro anualmente, e contou, também, com a presença de vários convidados, dentre os quais: Arion (Ministro Regional da OFS), Dalvo (Coordenador Distrital), membros de outras fraternidades e simpatizantes.



A palestrante foi Daisy Lúcia F. Martins, Coordenadora de Formação da Regional Sudeste II (OFS), que iniciou sua exposição com a Oração Diante do Crucifixo:

Glorioso Deus altíssimo,
iluminai as trevas do meu coração,
concedei-me uma fé verdadeira,
uma esperança firme
e um amor perfeito.
Dai-me, Senhor, o (reto) sentir e conhecer,
a fim de eu possa cumprir o teu sagrado encargo
que na verdade acabais de dar-me.
Amém.
(S. Francisco de Assis)

A primeira parte da palestra foi baseada no documento PORTA FIDEI em que Sua Santidade, o Papa Bento XVI,  lembra a necessidade de redescobrir o caminho da fé, para assim fazer brilhar, com evidência, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Jesus, saindo dos lugares áridos  para lugares onde floresce a vida na amizade com o Filho de Deus.

 



 



Alguns trechos apresentados para reflexão:

ü  É preciso readquirir o gosto pela palavra de Deus (Jo 6, 29).

ü  O ano a fé acontece numa ocasião em que estamos festejando o cinquentenário do Vaticano II, os 20 anos do catecismo da Igreja Católica e, não menos importante, a convocação de um Sínodo sob o tema: “A nova evangelização para a transmissão da fé Cristã.”

ü  “Acredita-se com o coração e com a boca. Fazemos a profissão de fé...” (Rm 10,10).

ü  Sua santidade (Papa Bento XVI) afirma que durante este ano somos chamados a manter os olhos fixos em Jesus, “autor e consumador a fé” (Hb 12, 12), pois todas as angústias e alegrias da humanidade, só encontram plena realização no Mistério da Encarnação, pelo qual Deus se fez homem e partilhou conosco as fragilidades humanas. O Amor foi o grande motivo para tamanha prova de gratuidade. Deus é Amor.

ü  Maria Santíssima fez grandes coisas, porque acreditou. Também os Apóstolos, que, pela fé, deixaram tudo e seguiram o seu Mestre.  E o fizeram para ter uma vida de comunhão com Ele, para, assim, chegarem ao anúncio do “Kerigma”.

ü  Pela fé, homens e mulheres deixaram sua vida para se consagrarem numa vida de pobreza, obediência e castidade - sinais concretos de quem aguarda o Senhor. Pela mesma fé, homens e mulheres confessaram a beleza de seguir Jesus, no mundo, nos lugares onde estavam (Família, profissão, vida pública...).

ü  São Paulo nos diz “procure a fé” (2Tm 2, 22) “com a mesma constância de quando era novo” (2Tm 3, 15), porque ela é companheira da vida, através da qual aprendemos a ter um olhar sempre novo, tudo é visto sob a ótica de Deus;

ü  Que o ano da fé possa levar os nossos corações a uma maior intimidada com Jesus Cristo, como Maria, que é “feliz porque acreditou”. (Lc 1,45).

A segunda parte da palestra foi sobre A Fé de São Francisco de Assis, que viveu a fé em Deus, mediante um encontro pessoal com Cristo.



 

 

Alguns trechos para reflexão:

ü  A fé, para São Francisco de Assis, é o que revela o verdadeiro sentido de suas atitudes; é a força que dinamiza toda a sua vida, onde dormem os segredos mais íntimos da alma e germinam as opções fundamentais da sua existência.

ü  Tudo que ele fazia (a oração, a vida fraterna, a pobreza, o apostolado etc) era orientado pela sua experiência de fé em um Deus que é Amor.

ü  Para ele bastava somente saber que “o pobre Jesus foi crucificado”(2Cel 105).

ü  Fé Cristocêntrica-Teocêntrica: O objeto de sua fé é a pessoa de Jesus Cristo enquanto filho de Deus, enquanto dom do Pai (encarnação) e enquanto amor do Pai (paixão). (...). É em Cristo que Francisco vive o mistério de Deus.

ü  Fé pessoal: Francisco situa sua experiência de fé no diálogo de pessoa a pessoa, mergulhando na alteridade de Deus. Portanto, a sua visão situa-se no campo do amor, que toma forma após o encontro com Crucifixo de São Damião. O Senhor que lhe fala torna-se seu Amado.

ü  Fé comprometida: São Francisco era implacável na coerência - vida e fé - movendo-se sempre num “santo modo de operar” (RNB 10, 10). Ele não concebia uma fé que não se expressasse em obras.

ü  Fé terna: A fé em sua vida era pura expressão da sua alma apaixonada, pois partia de uma profunda gratidão, que perpassava todo seu sentir, naquele que é o Sumo Bem, o portador de todo o Bem. (Adm 19,1). Idêntica emoção se dava quando o Seráfico Pai estava diante da Eucaristia (Adm I, 15-21).
  
ü  Fé dinâmica: Francisco queria saber o que o Rei eterno mais queria ou podia querer dele (1Cel 91). “Não pensava que já tivesse conseguido dominar-se, mas, firme e incansável na busca da renovação espiritual, estava sempre pensando em começar” (1Cel 103).


Paz e Bem!!

domingo, 2 de junho de 2013

Bolo de São Francisco de Assis - 02/06/2013


          Hoje vendemos o Bolo de São Francisco, cuja renda é revertida para a construção da Capela Nossa Senhora da Paz.
     É com alegria e animação que compartilhamos, em cada mês, desse momento, que nos torna evangelizadores pelo nosso exemplo de vida e divulgadores do carisma franciscano.






 Paz e Bem!